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Avaliação ecocardiográfica, laboratorial e histopatológica de candidata à vacina contra febre reumática – Estudo pré-clinico em “minipigs” (mini-porcos).

RONEY ORISMAR SAMPAIO, Edilberto Postol, Luiz Carlos Sá-Rocha, Lea Maria Ferreira Demarchi, Raquel Elaine de Alencar, Maria Cristina Donadio Abduch, Flavio Tarasoutchi, Jorge Kalil, Luiza Guilherme
INSTITUTO DO CORAÇÃO DO HCFMUSP - - SP - BRASIL

Ecocardiograma Controle  Dose 200 mcg/500mcl
Função sistolica normal 100% 100% (p= ns)
Valva mitral com anatomia e função normais 100% 100% (p=ns)
Valva aórtica com anatomia e função normais 100% 100% (p=ns)

Avaliação ecocardiográfica, laboratorial e histopatológica de candidata à vacina contra febre reumática – Estudo pré-clinico com “minipigs” (mini-porcos).

Introdução: A febre reumática e suas consequências atinge milhões de indivíduos em todo mundo. A busca por uma vacina eficaz tem um impacto mundial considerável. Entretanto, o risco de desenvolvimento de uma doença reumática correlata por autoimunidade após a vacinação é relevante.  Os mini-pigs são animais com anatomia e fisiologia cardíaca muito próximas ao do homem. Assim sendo, tornam-se candidatos naturais à investigação da segurança vacinal. O objetivo deste estudo é avaliar o efeito de uma candidata à vacina contra a febre reumática em minipigs (mini-porcos).

Métodos: Avaliamos 16 mini-pigs, divididos em 4 grupos, que receberam 4 doses sequenciais, a cada sete dias, de 50, 100 e 200 mcg/500 mcl de uma candidata à vacina contra febre reumática  (VFR) desenvolvida em nossa instituição, além do controle.  Os animais foram avaliados com ecocardiograma antes da inoculação da VFR e após 30 dias, quando foram sacrificados para análise laboratorial e histopatológica. Analise estatística habitual foi realizada e P<0,05 foi considerado significante.

Resultados: Não houve mudanças expressivas na avaliação ecocardiográfica pré e pós inoculação da VFR (P= não significante (p=ns), ver Tabela).  Não houve alterações laboratoriais ou na histopatologia nos períodos pré e pós VFR, mesmo na maior dose (200 mcg/500mcl) (Figura).

Conclusão: 1) A VFR é segura e não demonstrou sinais de desenvolvimento de febre reumática em minipigs. 2) Este estudo pré-clínico de segurança abre a oportunidade do primeiro teste da VFR em humanos.

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